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Brasília e Opala ganham visual moderno nas mãos de designers

Clássicos nacionais recebem traços mais arrojados. Apesar disso, os projetos mantêm a identidade dos modelos.





Eduardo Oliveira, redator do blog Irmão do Décio, redesenhou um dos carros mais clássicos das estradas brasileiras: a Brasília. O designer utilizou linhas convencionais para remodelar o veículo da Volkswagen, partindo do pressuposto que ele possa ser produzido e comercializado no Brasil.
O New Brasa, como foi batizado o projeto, foi produzido em 3D. Os faróis, o capô e os para-choques foram os elementos do carro que receberam as principais modificações. Apesar dessas peças terem sido remodeladas, o veículo manteve a silhueta do modelo original. "Desta vez também fiz uma versão quatro portas, necessária para os dias de hoje. E essa base poderia ser compartilhada com a versão sedan, sw (Variant) e fastback (TL)", comentou Oliveira ao site Auto Esporte.






Outro carro que há muito tempo roda pelo Brasil e que ganhou um projeto de remodelagem foi o Opala, da Chevrolet. Cauê de Mattos, estudante de design, criou uma releitura desse veículo para concluir sua faculdade. O projeto, chamado de Special 40 (homenageando as quatro décadas do lançamento do modelo no país), combina traços que mantêm a identidade do veículo com características que são tendências para o futuro.
A aparência do carro ficou mais arrojada, graças ao para-choque robusto, linhas curvilíneas abaixo dos vidros e a dupla saída de escape. Confira mais imagens desses projetos na galeria abaixo.

Galeria de Imagens


                                                

Batmóvel movido a turbina faz barulho ensurdecedor pelas ruas [vídeo]

Dono garante que é dele o único Batmóvel no mundo com esse tipo de propulsão.





É fato que esse não é o primeiro Batmóvel já construído. Mas que ele é único, isso é inegável. O motivo? O carro é movido com a propulsão de uma turbina, o que o deixa ainda mais fiel às histórias do Homem-Morcego. E extremamente barulhento também, claro.
Casey Putsch é um modificador e restaurador de carros há anos, e afirma que o Batmóvel dele é o único no mundo com esse tipo de propulsão. A turbina — a qual Putsch conseguiu de um helicóptero da marinha — é da Boeing, movida a querosene, diesel ou Jet Fuel.
O exterior é customizado com suspensão independente, freios a disco e câmbio sequencial. Dentro, um iPad funciona como o sistema de aviônica e também controla os dados GPS.
Em um vídeo de dois minutos postado no YouTube, é possível conferir o Batmóvel andando em ruas norte-americanas (“O carro é registrado e segurado para as ruas nos Estados Unidos”, garante o site da Putsch Racing). O que mais impressiona é o barulho ensurdecedor que a turbina proporciona e a semelhança com os clássicos filmes de ação do super-herói.

Carro voador já pode circular por estradas dos Estados Unidos

Com novas restrições, modelo com capacidade para duas pessoas pode atingir até 185 km/h no ar






Para fugir do trânsito, nada melhor do que pilotar um carro voador. A partir de agora, isso pode se tornar cada vez mais comum nas estradas norte-americanas. O órgão norte-americano responsável pela segurança em rodovias (NHTSA, na sigla original) concedeu a permissão de circulação em estradas para o veículo da Terrafugia, um híbrido de carro com aeronave leve.
Para adequar-se ao regulamento, a companhia deve fazer algumas mudanças no modelo inicial. Os pneus serão especiais, para rodarem em autoestradas e pousarem normalmente, mesmo com um peso menor que o normal. Já o policarbonato das janelas será substituído pelo mesmo vidro utilizado nos carros, para suportar impactos leves, como pedras e até aves.
Com protótipos em teste desde 2009, a empresa passará a fabricar o veículo em escala comercial a partir de 2012. O carro voador atinge até 185 km/h no ar e estende as asas em menos de um minuto. Para pilotá-lo, fora a uma carteira de motorista convencional, é necessária a permissão para pilotar aeronaves leves – além de muita coragem, claro.
Aproveitar essa novidade não será para todos: o veículo custa US$ 250 mil e já tem cerca de cem encomendas. O registro federal com a exceção para a Terrafugia pode ser lido na íntegra aqui. Conheça um pouco mais do protótipo na galeria abaixo:



ACC InnoDrive: Tecnologia da Porsche controla a aceleração do carro por você

Sistema irá calcular aspectos da pista para otimizar o consumo de combustível


A Porsche está atualmente desenvolvendo uma nova tecnologia para seus veículos que eliminará a necessidade do motorista de manter os pés no pedal do acelerador.
Nomeado Adaptive Cruise Control Innovative Drive (Condução Inovadora por Controle de Cruseiro Adaptável) ou ACC InnoDrive, o sistema utiliza um conjunto de dados armazenados em sua unidade de controle, que incluem informações de rotas, curvas e elevações de várias pistas para calcular qual a melhor velocidade a se utilizar a cada instante do percurso percorrido. Isso ainda detectando possíveis colisões e parando antes de qualquer acidente.
De acordo com dados obtidos nos testes feitos nos veículos Porsche Panamera S e 911 Carrera, o gasto de combustível foi em torno de 10% menor que durante o modo normal de direção, embora acredite-se que será possível atingir valores ainda melhores.
Algo que pode preocupar muitos é a falta de controle que a nova tecnologia pode trazer, mas não há motivo para isso: o ACC InnoDrive é ativado apenas quando o motorista tira os pés dos pedais, sendo desativado logo que ele os toca novamente. Além disso, o controle da direção continua em mãos humanas. “Não tocaremos na direção, acredite. Esse controle manual é um aspecto-chave da experiência Porsche.” Disse Martin Roth, um dos engenheiros do sistema.

As pedras no caminho

Apesar de inovadora, a tecnologia ainda possui muitos obstáculos pela frente. O principal deles é a falta de dados disponíveis: a maior parte das pistas existentes jamais foi mapeada digitalmente com a precisão necessária; apenas uma pequena porcentagem das mais importantes rodovias escapa do caso. Logo, não é possível gerar os algoritmos complexos para usar o sistema de forma eficiente, para não dizer segura.
Mesmo assim, ainda há muito tempos para “amadurecer” o projeto, uma vez que o ACC InnoDrive não tem previsão de ser inserido nos veículos da empresa antes de 2014.