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Vaza cronograma da AMD com processadores de 10 núcleos para 2012

APUs com núcleos Piledriver trarão unidades gráficas baseadas na AMD Radeon HD 7000. Vazamento ainda revela nomes das plataformas, soquetes e chipsets.





Os futuros processadores AMD para entusiastas terão núcleos de codinome Piledriver. As principais diferenças com relação às atuais APUs baseadas nos Bulldozer estão no aumento dos núcleos — de oito para dez —, na implementação da tecnologia AMD Turbo CORE 3.0, no novo soquete FM2 e na presença de unidades gráficas baseadas na linha Radeon HD 7000.
A série atual de APUs top de linha da AMD, conhecida como FX-Series, deve ter o nome alterado para Komodo. Junto com esses processadores, a AMD pretende lançar o chipset Hudson D4 FCH, o qual terá suporte para oito portas SATA3, dez portas USB 2.0 e quatro portas do tipo USB 3.0. Veja a lista de novidades da plataforma Corona:

• Nome da plataforma: Corona;

• Série de APUs: Komodo;
• Núcleos das APUs: Piledriver;
• Quantidade de núcleos: até 10 (variando conforme modelo);
• Versão do AMD Turbo CORE: 3.0;

• Soquete: FM2;
• GPUs: AMD Radeon HD 7000;
• Chipset: Hudson D4 FCH;
• Características do chipset: 8 x SATA3, 10 x USB 2.0 e 4 USB 3.0.




Linha intermediária

A segunda plataforma de processadores que vazou no cronograma da AMD é a Virgo. Essa será composta por APUS Trinity — as quais trarão até quatro núcleos Piledriver —, chipsets A75 e A55 (usados atualmente pela AMD) e GPUs da linha Radeon HD 7000. Vale lembrar que esses chipsets têm suporte para 6 portas SATA3, 4 portas do padrão USB 3.0 e 14 portas USB 2.0.





Os processadores, que substituirão os atuais A-Series, também contarão com tecnologia AMD Turbo CORE 3.0, GPU com suporte para DirectX 11 e o mesmo soquete da plataforma Corona. Os rumores mais recentes indicam que as APUs Trinity serão usadas na nova geração do Xbox. Abaixo, a lista de novidades:

• Nome da plataforma: Virgo;

• Série de APUs: Trinity;
• Núcleos das APUs: Piledriver;
• Quantidade de núcleos: até 4 (variando conforme modelo);
• Versão do AMD Turbo CORE: 3.0;

• Soquete: FM2;
• GPUs: AMD Radeon HD 7000;
• Chipset: A75 e A55;
• Características do chipset: 6 x SATA3, 14 x USB 2.0 e 4 USB 3.0.


Linha básica

Para substituir a atual Brazos, a AMD pretende lançar a plataforma Deccan. Essa contará com processadores Wichita (que terão até quatro núcleos Bobcat, processador gráfico baseado no DirectX 11 e soquete FT2). O chipset dessa plataforma será o Yuba, que não teve seus detalhes revelados.
Todos os processadores incluídos no cronograma da AMD trabalharão com memórias do tipo DDR3. Não foi revelada a data de lançamento das novas plataformas. Já a linha de GPUs AMD Radeon HD 7000 deve estar disponível até o final de 2011.

Intel deve lançar novos processadores Celeron em setembro

Novas CPUs para desktops e notebooks devem ser lançadas em setembro deste ano, substituindo aos poucos os modelos anteriores.




Contrariando as expectativas de especialistas, a Intel decidiu manter a linha Celeron, que serve como porta de entrada para muitos consumidores. Ainda em setembro de 2011, serão lançados três novos modelos de processadores para PCs.
Os CPUs Celeron G540, de 2,5 GHz, e Celeron G530, de 2,4 GHz, são dual-core e voltados para o mercado de computadores desktop. Quem completa o trio é o Celeron G440, modelo single-core de 1,6 GHz.
Já os usuários de computadores portáteis também devem ganhar novos processadores em breve. Desenvolvidos para notebooks, os modelos Celeron B840 e B800 são dual-core e possuem clocks de 1,9 GHz e 1,5 GHz, respectivamente. Além desses, também serão lançados modelos single-core, como o Celeron B710 e Celeron B787, ambos de 1,6 GHz e baixo consumo de energia.
Para netbooks, surgem novidades da linha Atom, como os processadores N2800 e N2600, dual-core e operando nas frequências de 1,8 GHz e 1,6 GHz, respectivamente.

MugMouse: caneca e mouse em um só lugar

O verdadeiro desafio não está em controlar o ponteiro, mas sim em fazer com que o café não se espalhe pela mesa.





Tomar café não é mais desculpa para dar uma pausa no trabalho. Com a MugMouse você pode continuar a mexer no computador desfrutando de sua bebida preferida enquanto termina suas tarefas diárias.
Trata-se de uma xícara que funciona como mouse e conecta-se à maquina por meio de um cabo USB. A intenção da empresa que criou a caneca era diminuir o ritmo do expediente, já que com o líquido dentro, fica difícil mexer o mouse com rapidez.
Para aqueles que não vivem sem um café, mas não têm tempo para dar uma pausa, o produto é perfeito.

Cooler híbrido promete desbancar as ventoinhas nos PCs

Uma combinação entre uma base de metal e um dissipador rotativo pode ser a nova solução de arrefecimento para as partes do computador que mais esquentam.





Um pesquisador do governo estadunidense apresentou uma arquitetura nova para dispositivos que sempre estiveram presentes em quase todos os computadores, mas há décadas que não sofrem nenhuma mudança drástica: coolers. Sem esses dispositivos, componentes importantes como a placa de vídeo ou o CPU não funcionariam mais do que 10 minutos sem aquecer ao ponto de derreter.
Jeff Koplow, um pesquisador do laboratório Sandia, teve a brilhante ideia de transformar todo o dissipador cerâmico na própria ventoinha, incorporando um motor brushless na peça em forma de espiral. A ideia é eliminar o dissipador estático que, inevitavelmente, sempre vai ter uma espécie de “bolsão de ar” aquecido a sua volta, não importando o tamanho ou velocidade da ventoinha acoplada a ele.





Segundo o documento apresentado por Jeff, a parte fixa do dissipador ficaria a uma distancia mínima da “cabeça” giratória, permitindo que o calor transite entre as porções mesmo sem a famosa pasta térmica. Além disso, o fato de não haver mais superfícies estáticas em exposição contribuem para diminuir o indesejável pó que acaba se acumulando com o tempo.

10 especificações importantes para a compra de um processador

Conheça as principais características que devem ser avaliadas em uma CPU e compre o modelo certo.



Com os preços baixíssimos de computadores oferecidos por montadoras, o consumidor quase sempre opta pelo mais prático. Máquinas personalizadas estão cada vez mais raras, contudo, por mais opções e garantias que as montadoras ofereçam, nenhum computador pronto é exatamente o que o consumidor procura.
Acontece que as configurações prontas das montadoras dificilmente atendem a todas as exigências. Algumas vezes, falta uma placa de vídeo, outras o processador não é bem o que o usuário deseja. Claro, aqui consideramos apenas as montadoras mais comuns, excluindo aquelas que permitem ao consumidor escolher cada componente e que cobram absurdos pela montagem.
E para você, que assim como nós, do Tecmundo, ainda prefere ter o seu direito de escolha e abusar dos conhecimentos de informática, é que elaboramos este artigo. Separamos algumas dicas para você se lembrar das principais especificações que devem ser observadas na futura compra de uma CPU.



Fabricante

Acredite se quiser, a “marca” do processador é a primeira escolha que você deve fazer. Afinal, sem antes definir a fabricante que você prefere, não haverá como optar entre as demais especificações. Como você já deve saber, atualmente existem duas empresas que comercializam CPUs para o mercado doméstico, são elas: AMD e Intel.
Escolha a sua marca favorita

Quando falamos de escolher a melhor, não há como definir apenas uma. As duas fabricantes possuem ótimos processadores, os quais fornecem diferentes características. Sendo assim, a escolha da marca é um pouco dependente dos demais fatores.
Caso você esteja pensando em comprar um produto de baixo custo, a AMD deve ser a opção mais sensata. Claro, recomendamos que você continue lendo o artigo, afinal, ao analisar outros fatores, pode ser que você encontre um modelo da Intel com valor muito próximo ao da concorrente.


Série

A segunda especificação que deve ser observada é a série da CPU. Atualmente, as fabricantes dividem as linhas de processadores em baixo, médio e alto desempenho. A Intel, por exemplo, oferece os seguintes modelos:

• Intel Core i3 de segunda geração (recomendado para desempenho básico); 
• Intel Core i5 de segunda geração (indicado para tarefas intermediárias);
• Intel Core i7 de segunda geração (ideal para quem deseja o máximo em jogos e vídeo)
.
Intel Core de segunda geração


A AMD está prestes a lançar novos processadores, todavia, considerando os processadores disponíveis atualmente, podemos classificá-los da seguinte maneira:
• AMD Athlon II X2 (indicado para usuários que desejam navegar na web);
• AMD Athlon II X3 (recomendado para execução de arquivos multimídia);
• AMD Athlon II X4 (ideal para games atuais e tarefas multimídia);

• AMD Phenom II X2 (indicado para tarefas avançadas e jogos);
• AMD Phenom II X4 (ideal para jogos de alta qualidade e edição de vídeos);
• AMD Phenom II X6 (perfeito para quem utiliza aplicativos compatíveis com múltiplos núcleos e deseja alto desempenho).

AMD Phenom II



Nota: nossas sugestões são básicas e não devem ser adotadas como regra. Para escolher a série ideal, pode ser interessante consultar os sites das fabricantes (a AMD, por exemplo, fornece um sistema para o usuário encontrar máquinas com processadores prontos para as tarefas que deseja realizar).


Soquete

Como estamos considerando uma montagem completa do computador, observar o soquete do processador é muito importante. Caso sua lista de componentes tenha começado pela placa-mãe, por exemplo, você deverá encontrar um processador adequado para ela.


Placa-mãe para processadores Intel Core de segunda geração


Contudo, se a CPU é a primeira peça que você está escolhendo, pode ser que o soquete não seja um fator tão importante a ser considerado. Até porque, se você já escolheu alguma série de processadores, não terá muita opção para escolher o soquete, visto que tal detalhe faz parte de cada linha de CPUs. Atualmente, os processadores usam os seguintes soquetes:

• 
AMD AM3;

• Intel LGA 1155.



Arquitetura

A arquitetura dos processadores nem sempre é uma especificação que vai determinar a escolha do processador que o usuário vai adquirir. Cada modelo já tem uma arquitetura interna e não há como obter outro modelo idêntico com arquitetura diferente.

Arquitetura dos processadores AMD Bulldozer


Sendo assim, pesquisar sobre a arquitetura pode ser interessante para saber sobre as tecnologias compatíveis com o processador, o tipo de memória adequado e outros detalhes. As principais arquiteturas utilizadas nas CPUs atuais são:



• K10 (Phenom II X4 e Phenom II X6);
• Sandy Bridge (Intel Core i3, i5 e i7 de segunda geração).




Quantidade de núcleos

Ao comprar um novo processador, observar a quantidade de núcleos é importantíssimo. No caso dos processadores Intel, essa tarefa é um pouco irrelevante, pois fica claro que um Intel Core i7 de quatro núcleos é mais forte que um Intel Core i5.
Quantidade de núcleos pode aumentar muito o desempenho


Todavia, ao comprar um AMD, a análise pode ser um pouco mais complexa (visto que há duas linhas de processadores). Abaixo listamos alguns processadores e as respectivas quantidades de núcleos:



• AMD Athlon II X2 250 (2 núcleos);
• AMD Athlon II X3 425 (3 núcleos);
• AMD Athlon II X4 630 (4 núcleos);
• AMD Phenom II X2 545 (2 núcleos);
• AMD Phenom II X3 720 (3 núcleos);
• AMD Phenom II X4 955 (4 núcleos);
• AMD Phenom II X6 1090T Black (6 núcleos);
• Intel Core i3-2100T de segunda geração (2 núcleos);
• Intel Core i5-2390T de segunda geração (2 núcleos);
• Intel Core i5-2500K de segunda geração (4 núcleos);
• Intel Core i7-2600K de segunda geração (4 núcleos).




Frequência

Para muitos consumidores, a única especificação que importa é a “velocidade” do processador. O que muitos chamam de velocidade é, na verdade, a frequência da CPU (também conhecida como clock). Apesar de ser muito importante, a frequência nem sempre determina tudo o que um processador é capaz de fazer.
É possível ter um modelo de alto desempenho que opera em determinada frequência e outro de baixo rendimento que use o mesmo clock. Nem por isso eles são idênticos, afinal, existem outros fatores (que estão citados acima e abaixo desse tópico) que definem o desempenho da máquina.
Processador AMD



Claro, se considerarmos a análise de processadores de uma mesma série, a frequência é uma especificação fácil de ser analisada. Quanto maior a frequência, maior a quantidade de cálculos que será realizada.


Memória cache

A memória cache é quase um divisor de águas quando falamos de processadores AMD. A diferença entre as linhas AMD Athlon II e AMD Phenom II é notável quanto a essa especificação. Veja uma comparação entre dois processadores dessas linhas:




• O AMD Phenom II X4 965 tem 6 MB de memória cache L3;
• O AMD Athlon II X4 630 tem 2 MB de memória cache L2.



Se comparássemos apenas a quantidade de memória, já seria fácil notar que as CPUs da linha AMD Phenom II X4 são capazes de trabalhar com maior quantidade de dados. Todavia, ainda devemos observar que os processadores AMD Athlon II X4 não têm o nível L3 de memória cache, o que significa que eles devem apresentar menor desempenho. Veja mais informações no site oficial:


• Lista de processadores AMD Phenom II
• Lista de processadores AMD Athlon II


Para processadores Intel o mesmo  argumento é válido. Entretanto, todas as CPUs Intel Core i de segunda geração já vêm com memória cache de nível L3, variando apenas a quantidade. Fica fácil comparar um i7, que traz 8 MB, com um i5 que vem com 6 MB e com um i3, que conta com apenas 3 MB. Confira todos os detalhes dos processadores Intel:


Lista de processadores Intel Core i3 de segunda geração 
Lista de processadores Intel Core i5 de segunda geração
Lista de processadores Intel Core i7 de segunda geração


Nanotecnologia

Talvez a nanotecnologia de construção não seja uma especificação realmente relevante na hora de decidir entre um processador e outro. Todavia, considerando que no mercado brasileiro existem CPUs das gerações atuais e das anteriores, fica fácil confundir os modelos. Se observarmos a nanotecnologia de construção, fica fácil identificar qual o processador mais recente.
Nanotecnologia avançada nos processadores Intel


A regra é básica: quanto menor a nanotecnologia, mais novo e, possivelmente, melhor é o processador. Tal regra é bem fácil de ser compreendida se compararmos os atuais Intel Core i com os antigos. A linha baseada na arquitetura Nehalem tinha nanotecnologia de 45 nm. A série Intel Core i de segunda geração, baseada na arquitetura Sandy Bridge, tem nanotecnologia de 32 nm.


TDP

Caso você não saiba o que é o TDP, recomendamos que leia nosso artigo “O que é o TDP de um processador?”. A especificação de TDP raramente é observada, visto que muitos usuários pensam que isso tem relação apenas com a quantidade de energia gasta.



Apesar de estar diretamente relacionado, o TDP também serve para que o usuário fique atento na hora de escolher um cooler para refrigerar o processador. Sendo assim, adquirir um processador de baixo TDP é interessante, visto que ele deve esquentar menos e ter um desempenho melhor.


Chip gráfico

A linha de processadores Intel Core i de segunda geração já vem com chips gráficos embutidos. A CPU agora também é responsável pelo processamento básico de parte dos jogos e vídeos, o que significa que o usuário deve estar atento para o chip que vem no processador. A lista de GPUs embutidas nos modelos atuais da Intel é a seguinte:


• Intel Core i3 de segunda geração (Intel® HD Graphics 2000
• Intel Core i5 de segunda geração (Intel® HD Graphics 2000);
• Intel Core i7 de segunda geração (Intel® HD Graphics 3000).



Atualmente, os novos processadores da AMD ainda não chegaram ao Brasil. Todavia, em questão de semanas ou meses eles estarão marcando presença em nosso mercado. Portanto, também é importante espiar essa especificação na hora de adquirir um dos novos modelos da AMD. Confira alguns chips gráficos que estarão presentes nos processadores AMD Serie A:


• AMD A6 (AMD Radeon HD 6530D);
• AMD A8 (AMD Radeon HD 6550D);




Você tem mais alguma dica?

Nossas dicas para compra de processadores acabam aqui. Você tem outras informações que acha relevante? Compartilhe seu conhecimento conosco.

Kingston lança pendrive ultrafino e compacto

Além da capacidade do dispositivo, a marca oferece mais 2GB para armazenamento de dados na nuvem gratuitamente, funcionando como um backup online.






A Kingston anuncia o lançamento de mais um pendrive para seu amplo portfólio de unidades USB: o DataTraveler 108, um dispositivo fino e extremamente compacto, mas altamente confiável para proteger dados.
O DT 108 vem com urDrive, um software pré-carregado com uma interface exclusiva, que possibilita ao usuário personalizar a visualização de seus arquivos, pastas e outros conteúdos, além de organizá-los de forma mais clara e rápida, sem a necessidade de instalação de nenhum programa adicional no computador.
O software oferece recursos de arrastar e soltar, duplo clique e outras facilidades, como a possibilidade de marcar os favoritos e acessá-los de forma segura em qualquer computador.
Fácil de usar, o pendrive inclui um visualizador de fotos integrado, além de um MP3 player e uma conta gratuita de backup online, com capacidade de 2GB, para que os arquivos fiquem seguros na “nuvem”.
Com design arrojado, sem tampa, o conector USB é protegido por uma carcaça de alumínio, que gira para permitir o acesso aos arquivos. Uma argola possibilita que os usuários transportem o dispositivo como forma de chaveiro ou como um acessório da moda, acoplado a um cordão.
O novo produto está disponível em capacidades de 4GB (R$ 24,90), 8GB (R$ 39,90) e 16GB (R$ 79,90), nas cores azul, vermelho e cinza respectivamente. Sua superfície permite fixar o logotipo de empresas para distribuição em kits promocionais.
O DT 108 possui cinco anos de garantia e suporte técnico gratuito, além da confiabilidade da marca Kingston.


Características:


• Capacidades: 4GB, 8GB e 16GB
• Dimensões: 37,33 mm x 19,97 mm x 10,00 mm
• Temperatura de operação: de -20° a 85° C
• Praticidade: Compacto formato de bolso, para facilitar o transporte
• Pré-carregado com o software urDrive (opcional)

• Customizável: Disponibilidade do programa Co-Logo
• Simplicidade: basta conectá-lo a uma porta USB
• Design: moderno, com cores divertidas e diferenciadas de acordo com a capacidade: azul (4GB), vermelho (8GB) e cinza (16GB)
• Garantia: 5 anos

Pesquisadores utilizam 1 milhão de chips para imitar 1% do cérebro humano

Cientistas britânicos uniram o processamento de 1 milhão de componentes para tentar desvendar alguns mistérios do cérebro humano.





Um grupo de pesquisadores de várias universidades britânicas se uniu para tentar realizar um feito inédito: utilizar componentes eletrônicos para imitar o cérebro humano. Para isso, construíram um complexo sistema composto por 1 milhão de processadores ARM. O resultado final chama-se Spiking Neural Network Architerure.
Mas o resultado ficou muito aquém do que oferece o cérebro humano, pois apenas 1% da capacidade neural foi imitada. Mesmo assim, os cientistas estão satisfeitos e, com o resultado, planejam estudar uma série de causas para doenças do sistema neurológico, como esquizofrenia e disfunções cognitivas.

AMD anuncia a placa de vídeo Radeon HD 6990M para notebooks

Para bater de frente com a NVIDIA GeForce GTX 580M, a GPU da AMD promete 25 % a mais de velocidade em relação à concorrente e suporte HD3D.





Após o lançamento da GeForce GTX 580M da NVIDIA, a AMD resolveu contra-atacar com a nova GPU Radeon HD 6990M para notebooks. De acordo com a empresa, a novidade é a mais veloz do mercado, capaz de rodar 25% mais rápido que “qualquer outra GPU anunciada atualmente”.
Além de trazer App de aceleração de GPU, a Radeon HD conta com a tecnologia Eyefinite de telas múltiplas, já disponível em outros equipamentos da marca. Segundo informações da AMD, a 6990M é superior à 580M em testes de benchmark AvP e em jogos como Batman: Arkham Asylum ou Left 4 Dead.
Obviamente, cada empresa quer puxar a “sardinha” para o seu próprio lado, mas o fato é que a concorrência é boa e deve acirrar ainda mais a briga pelo mercado de notebooks. Confira as especificações técnicas da nova AMD Radeon HD 6990M:


• Memória: 2 GB GDDR5 256bit (900 MHz)
• Clock da GPU: 715 Mhz
• Poder de Computação: 1,6 TFLOPs
• Transistores: 1,7 bilhões
• Processadores Stream: 1120
• Largura de banda da memória: 115,2 GB/s
• DirectX 11
• HD3D
• Tecnologia Eyefinite


Tanto a nova placa da NVIDIA como a da AMD estarão disponíveis no Alienware M18x, o que mostra que as GPUs não devem deixar a desejar. A AMD ainda não liberou maiores informações sobre o preço da placa para vendas em lojas

Calor infernal forja nova geração de processadores e chips

Conheça mais detalhes sobre o Rapid Thermal Processing, tecnologia que permite a criação dos componentes de alta performance disponíveis atualmente





Os chips presentes atualmente em qualquer computador podem ser considerados verdadeiras maravilhas da engenharia nanométrica. Processadores modernos contêm centenas de milhões de transistores, tudo isso organizado de forma precisa em um pedaço de silício com tamanho pequeno o suficiente para ser manuseado sem problemas por qualquer pessoa.
Não é preciso olhar muito para o passado para se surpreender com os avanços cada vez mais rápidos no campo da tecnologia de informação. Os supercomputadores da década de 1990, máquinas gigantescas que surpreendiam a qualquer um na época, atualmente perderiam em potência e flexibilidade para muitos smartphones disponíveis em praticamente qualquer loja.
A geração atual de processadores utiliza tecnologias que permite o desenvolvimento de transistores com canais de somente 20 nanômetros de largura. Nessa escala, o maior desafio é a criação de produtos idênticos, já que qualquer pequena diferença no processo de fabricação pode alterar de maneira relevante a velocidade de um processador.
Para garantir a qualidade dos componentes, e permitir a construção de equipamentos cada vez mais potentes, um método conhecido como Rapid Thermal Processing (processamento térmico rápido, ou RTP) se mostra indispensável. Confira abaixo mais detalhes sobre essa tecnologia que revolucionou o processo de fabricação de chips e promete trazer ainda mais avanços nos próximos anos.


Como funciona o RTP?

O Rapid Thermal Processing se trata de um processo de fabricação no qual chapas de silício são aquecidas rapidamente a temperaturas de 1000° C ou mais em questão de poucos segundos. Isso faz com que ocorram reações químicas que alteram as estruturas dos elementos químicos utilizados nos chips, tornando os dispositivos mais rápidos, resistentes e duradouros.




Apesar de a etapa de aquecimento dos componentes ocorrer de maneira extremamente rápida, o resfriamento é um processo mais demorado e que deve ser feito de forma muito cautelosa. Caso haja reduções súbitas na temperatura, o choque térmico é suficiente para destruir completamente os chips produzidos.
Todo o processo é extremamente delicado, já que pequenas diferenças de temperatura no aquecimento das peças pode mudar a profundidade dos canais dos transistores. Tais alterações são suficientes para prejudicar totalmente o desempenho de uma peça, a tornando inútil para o mercado de dispositivos de alta performance.


Sistema em constante desenvolvimento

 
O processo RTP não é nenhuma novidade para a indústria. Desde a década de 1970, desenvolvedores de chips utilizam meios que aquecem componentes a temperaturas altíssimas com o objetivo de ativar dispositivos, modificar materiais e alterar a densidade dos filmes utilizados no processo de fabricação.
Porém, com a miniaturização cada vez maior dos componentes e as exigências de rendimentos superiores, na década de 1990, os métodos empregados foram totalmente revistos. No lugar dos gigantescos fornos usados até então, surgiram dispositivos mais compactos, responsáveis por aquecer uma a uma chapas feitas de silício nos quais são aplicados materiais adicionais usados na confecção de chips.
A menor escala dos equipamentos utilizados trouxe como benefício a possibilidade de trabalhar em ambientes mais controlados, em que as variações de temperatura entre duas partes do mesmo equipamento são mantidas em um nível muito baixo. Assim, há um maior rendimento na produção e se torna possível o desenvolvimento de dispositivos cada vez menores e mais eficientes.
Todo o processo é feito através de lâmpadas de halogênio de alta performance, capazes de atingir temperaturas superiores a 1000° C em questão de milissegundos. Nos equipamentos mais modernos, lasers são responsáveis por realizar essa tarefa, garantindo assim uma temperatura mais uniforme e uma produção ainda mais eficiente.

Mais quente que lava

Atualmente, o sistema RTP mais potente empregado na fabricação de processadores é o Vantage Vulcan, fabricado pela empresa Applied Materials. A principal diferença do aparelho em relação às gerações anteriores de produtos desenvolvidos pela companhia é o uso de lâmpadas que garantem uma temperatura mais uniforme nas placas de silício usadas na etapa de aquecimento de chips.






O maior objetivo do novo equipamento é reduzir um efeito conhecido como Pattern Loading Effect (PLE, ou efeito de carga padrão), no qual diferenças de temperatura surgem devido à absorção de uma maior carga de radiação por certas partes do chip fabricado, que tem como consequência um funcionamento desigual dos transistores utilizados. Como tais variações podem representar a perda total de uma leva inteira de chips, é importante dispor de meios eficientes para evitar que isso ocorra.
Outra vantagem do dispositivo é a capacidade de trabalhar com um intervalo de temperaturas muito superior a qualquer outra máquina disponível no mercado. Ao trabalhar com quantidades de calor que variam entre 150 e 1300° C em questão de um milissegundo, o Vantage Vulcan permite realizar o temperamento posterior de metais secundários, além de realizar tal processo em temperaturas otimizadas para os diferentes materiais utilizados.
O sistema utiliza uma técnica de resfriamento chamada “fast spike”, que dispensa os longos tempos de espera necessários nas gerações anteriores dos produtos desenvolvidos pela Applied Materials. Para completar, o sistema utiliza um espaço reduzido, o que evita a necessidade de construir grandes fábricas para o desenvolvimento de novos chips.

Conceito de teclado touchscreen permite troca de cores e teclas

Acessório personalizável vem até com porta USB e drive para disco





Você não gosta do sistema QWERTY? Preferiria escrever através do esquema DVORAK ou até com os dígitos em ordem alfabética? O conceito criado pelo designer ucraniano Iaroslav Neliubov permite que você altere seu teclado da maneira que você achar melhor.
Chamado de ABC, o acessório é totalmente touchscreen, extremamente fino e com um visual que lembra um objeto de vidro. Ele pode ser configurado para qualquer linguagem, com as teclas sendo “arrastadas” para o local que você achar melhor. Além do posicionamento, é possível criar um sistema de cores para facilitar a localização de cada botão.
O teclado possui ainda espaço de memória para armazenar arquivos. Para isso, ele conta com um drive CD/DVD e uma entrada USB. Por se tratar de um conceito, entretanto, não há previsão de que o ABC chegue às lojas tão cedo. Confira na galeria abaixo mais pouco do produto:

                                 Galeria de Imagens

7 coisas que você deve saber antes de comprar memória RAM

Antes de sair por aí e gastar com o primeiro pente de memória que encontrar, verifique o que você deve levar em consideração antes da compra.





Todo programa executado é armazenado, temporariamente, na memória RAM do computador. Quando mais programas do que o suportado são abertos, o sistema operacional passa a utilizar a chamada memória virtual, que é armazenada em disco.
Porém, há uma desvantagem nesse processo: a leitura e escrita de dados no HD na máquina são muito mais lentas do que o processo equivalente na memória física. Para evitar que isso cause quedas de desempenho no computador, basta ter muita memória RAM disponível.
Mas antes de sair por aí, comprando qualquer uma das opções disponíveis no mercado, há alguns pontos que devem ser verificados. Para facilitar, listamos abaixo o que achamos importante saber antes da compra.


1. Quantos GB de RAM eu preciso?

A resposta depende do uso que você fará do computador. Para sistemas desktop comuns, usados para tarefas rotineiras, como navegar na internet e fazer pequenas edições em fotografias digitais, é recomendado ter, pelo menos, 2 GB de RAM.
Caso o computador seja usado para tarefas que exijam mais performance, como a compilação de programas e edição de áudio, recomendamos que tenha disponível pelo menos 4 GB. Mas se o assunto for games de última geração, é melhor não economizar e instalar até 6 GB de RAM. Assim, você terá memória de sobra para jogar os últimos lançamentos do mercado.
Note também que sistemas operacionais (SO) de 32 bits reconhecem, no máximo, até 4 GB de RAM. Portanto, para usar mais memória do que isso, o usuário deve instalar um SO de 64 bits. Para maiores informações, consulte o nosso artigo sobre o assunto.
 


2. Formatos de RAM

DDR, DDR2, DDR3, SDRAM, So-Dimm etc. Essa “sopa de letrinhas” costuma confundir o usuário antes da compra. Consulte sempre o manual da sua placa-mãe para saber qual é o formato compatível com ela. E caso você tenha ficado curioso sobre as diferenças entre esses tipos de RAM, recomendamos a leitura de “Como funciona a memória RAM?”, publicado pelo Tecmundo.


3. Frequência e voltagem

Como regra de ouro, podemos dizer que, quanto mais alta a frequência do pente de memória, maior é o desempenho dele. Porém, antes de comprar aquela memória de 1.600 MHz, é necessário verificar se a placa-mãe do seu computador suporta esse tipo de RAM.





Caso a frequência da memória seja superior à suportada pela placa, a RAM funcionará com uma performance inferior. Dependendo do caso, ela nem mesmo poderá ser utilizada na mesma máquina. Se o pente de memória tiver frequência inferior à suportada pela placa-mãe, o sistema como um todo perderá em desempenho, já que estará trabalhando abaixo do seu limite.
Além disso, algumas memórias podem exigir uma voltagem fora dos padrões para funcionar corretamente. Por isso, é sempre importante consultar o manual da placa-mãe para saber se ela é capaz de trabalhar com os requisitos exigidos pela RAM.


4. Latência

Dessa vez, a regra é inversa: quanto menor o valor, melhor. Afinal, a latência é o tempo que a memória leva para acessar determinado dado. Portanto, quanto menor o tempo de latência (atraso), mais rápido a memória responderá e enviará dados aos demais componentes de hardware.


5. Confira a QVL




A maioria dos fabricantes de placa-mãe costuma disponibilizar uma lista de fornecedores qualificados. Em inglês, essa lista é conhecida como Qualified Vendor List (QVL) e, nela, é possível encontrar os principais modelos e marcas de memória RAM indicadas para a sua placa.
Portanto, antes de comprar um produto totalmente desconhecido, vale a pena conferir o preço das indicações listadas na QVL. Pode ser que, por alguns poucos reais a mais, você possa adquirir uma RAM licenciada pela fabricante da sua placa-mãe, o que significa mais estabilidade e compatibilidade.


6. Garantia

É aconselhável pensar com seriedade na memória a ser adquirida. Quando compramos uma televisão, por exemplo, é comum perguntarmos sobre o tempo de garantia fornecido pelo fabricante. O mesmo acontece com a RAM. Antes de fechar a compra, verifique se o fabricante ou a loja fornece garantia para o produto.


7. Quantidade de pentes instalados




Quanto mais simples, melhor. A máxima também serve para esse caso. Se estiver em dúvida quanto a comprar quatro pentes de 1 GB ou dois de 2 GB, opte pelo menor número de pentes. A razão é simples: é menos “custoso”, para a placa-mãe, gerenciar dois pentes de memória, do que quatro

Impressora 3D cria objetos de chocolate

Com o equipamento, pesquisadores querem criar um site para vender chocolates com as mais variadas formas



Impressoras 3D podem utilizar PVC para criar os moldes desejados pelos usuários. Mas não seria muito melhor se a matéria-prima dos objetos fosse chocolate? Pois é exatamente isso que alguns pesquisadores da Universidade de Exeter (do Reino Unido) estão planejando para os próximos meses.
Eles pretendem criar um site para que consumidores possam enviar suas imagens e, a partir delas, objetos sejam moldados em chocolate. Isso deve permitir uma grande gama de possibilidades, que vai desde pequenos objetos até rostos de familiares e amigos. Depois é só esperar pela chegada do chocolate personalizado.
Ainda não se sabe a data oficial para o lançamento do site, mas as pesquisas têm sido bastante promissoras e vários objetos já foram construídos com chocolate. Segundo os pesquisadores, a melhor parte de usar chocolate é que até mesmo as sobras podem ser comidas depois das moldagens.

Baixas temperaturas podem afetar o desempenho de um PC doméstico?

Descubra se refrigerar seu computador ao extremo é uma boa ideia e confira algumas dicas para não entrar numa fria



Usuários que moram em lugares onde o clima é muito quente sempre se preocupam com o superaquecimento do computador. E não é para menos, com CPUs cada vez mais potentes e sistemas de refrigeração que trabalham com folga mínima, fica muito difícil manter a máquina funcionando no verão.
As altas temperaturas também estragam a brincadeira dos usuários que fazem overclock no processador. E mais: muitas vezes o calor excessivo não apenas desliga o computador, como também causa danos aos componentes de hardware. Os problemas com o calor excessivo estão diretamente ligados às limitações dos componentes eletrônicos, os quais possuem valores máximos de temperatura.
Pensando em todos esses problemas de alta temperatura, surgiu uma nova dúvida. Será que o frio demasiado pode danificar ou diminuir o desempenho do computador? Essa é uma dúvida não muito comum, mas que pode fazer certo sentido. Novamente, o Tecmundo entra em ação para desvendar mais esse mistério para você.


Seu processador agradece

Para obter respostas plausíveis para nossa pergunta, é preciso analisar os principais componentes do computador separadamente. O item mais importante, claro, é o processador. As CPUs, em geral, são programadas para trabalhar com temperaturas próximas a 30 ᵒC ou 40 ᵒC.
Todavia, a regra geral é bem conhecida: em um processador, quanto menor a temperatura, melhor o desempenho. As diversas experiências que os entusiastas fazem ao brincar com nitrogênio líquido comprovam claramente isso. É possível manter uma CPU funcionando a mais de 6 GHz com uma temperatura de -100 ᵒC.


Em situações comuns, seria impossível atingir tal temperatura, porém, o inverno de alguns países obriga os processadores a trabalharem próximo de 0 ᵒC ou abaixo disso. Para nós, brasileiros, é bem difícil conseguir atingir temperaturas tão baixas, pois a cidade mais fria do Brasil apenas chega a -10 ᵒC (a qual não consegue esfriar tanto uma CPU).
E mesmo que houvesse muitos locais no país com temperaturas tão baixas, isso não seria um problema, porque ainda há a troca de calor entre o ambiente e os componentes do computador. Com isso, as temperaturas negativas não conseguiriam fazer os 30 ᵒC ou 40 ᵒC do processador chegarem a valores tão baixos.


Placa-mãe sem medo de frio

Enquanto o processador tende a funcionar tranquilamente com temperaturas bem inferiores a 0 ᵒC, a placa-mãe pode não ter a mesma felicidade. Em teoria, é interessante que o chipset e demais circuitos integrados estejam devidamente refrigerados, entretanto, alguns componentes eletrônicos podem não atuar como o esperado no frio.


As placas-mães mais modernas tendem a não apresentar problemas do gênero — o que é uma notícia excelente para quem mora em regiões muito frias. Apesar disso, não é recomendado que seja instalada uma solução de refrigeração à base de nitrogênio líquido. Afinal, nem é preciso exagerar tanto no resfriamento da placa-mãe, porque ela não superaquece como outros componentes.


Uma memória RAM bem gelada, por favor!

Assim como o processador, a memória RAM pode ter sua frequência aumentada. Para esses casos, entusiastas apelam para refrigerações especiais, conseguindo deixar a temperatura dos módulos bem abaixo de 0 ᵒC.


Caso você não se encaixe nesse quadro, mas more em uma cidade em que o frio impere, não precisa se preocupar quanto a possíveis danos à memória RAM. Esses dispositivos suportam temperaturas bem baixas e funcionam com grande velocidade (apresentando desempenho excelente) quando trabalham em condições “frias”.


O disco rígido corre perigo

Entre tantos componentes, o que mais apresenta problemas é o HD. Os discos rígidos já possuem limitações por utilizarem partes mecânicas. E quando adicionamos a problemática das baixas temperaturas, as chances de falha dos discos aumentam significativamente.
O desempenho de um disco rígido já cai consideravelmente quando a temperatura dele está próxima de 10 ᵒC. Algumas falhas de leitura e escrita podem acontecer, mas até esse ponto o HD não deve falhar ao executar o sistema operacional.


Entretanto, caso a temperatura caia abaixo de 0 ᵒC, aí sim podemos esperar dados corrompidos, problemas nos setores e muitos outros defeitos. Apesar disso já ser fator comprovado, as fabricantes não revelam quais componentes internos dos HDs limitam o trabalho com baixas temperaturas.
A maioria dos discos rígidos é programada para trabalhar com temperaturas entre 0 ᵒC e 60 ᵒC. Portanto, se você deseja manter a saúde do HD em ordem, recomendamos a utilização de um programa de diagnóstico para verificar se o dispositivo não está próximo de uma das temperaturas limites.


Outros eletrônicos entrando numa fria

Se você pensa que somente computadores estão sujeitos aos problemas das baixas temperaturas, está muito enganado. Muitos smartphones, tablets, câmeras digitais e até iPods não devem ser operados em ambientes com temperatura abaixo de 0 ᵒC.
No começo do ano, houve alguns problemas de clientes finlandeses que tiveram problemas com iPhones, justamente por utilizarem os smartphones em locais em que a temperatura chega abaixo do indicado pela Apple. O iPhone 4 (assim como o iPad 2) deve ser utilizado em ambientes com temperaturas que variem entre 0 ᵒC e 35 ᵒC.


Nesse caso, especificamente, os consumidores recorreram à Agência dos Consumidores da Finlândia, a qual entrou em contato com a Apple para resolver o problema. Os clientes que tiveram prejuízos e não foram alertados sobre as condições de temperatura puderam obter o dinheiro de volta.
Acontece que nem sempre é assim. Há diversos relatos espalhados pela web sobre pessoas que tiveram seus iPods danificados com as baixas temperaturas. Vale lembrar ainda que o iPod Classic é o que mais corre perigo, justamente por contar com um disco rígido interno.


Sua vez de falar

As temperaturas negativas nem sempre causam problemas para os computadores. Alguns componentes, como o HD, podem ser danificados, mas não significa que isso aconteça com facilidade. Enfim, se você não é um morador do Polo Norte, não precisa se preocupar com esse tipo de situação. Você tem algo a adicionar? Compartilhe seu conhecimento conosco!